Analisamos a importante Portaria nº 18152 de 2024, que esclarece a possibilidade de alegar a prescrição do crédito nas oposições à execução por sanções de trânsito, oferecendo reflexões sobre a proteção dos direitos dos cidadãos.
A Sentença n. 17055 de 2024 trata da questão da execução forçada baseada em um decreto judicial não contestado, destacando a importância da verificação de ofício das cláusulas abusivas no âmbito contratual, em conformidade com a Diretiva 93/13/CEE.
A recente decisão do Tribunal de Apelação de Veneza esclarece as consequências da alteração do quantum debeatur sobre o processo executivo, distinguindo entre aumento e diminuição do título executivo. Descubra mais em nossa análise.
Exploramos a recente decisão do Supremo Tribunal que esclarece o ônus informativo dos terceiros em caso de penhora de valores destinados a entidades locais, destacando as responsabilidades e os vínculos relacionados à tesouraria.
A recente decisão do Supremo Tribunal esclarece a importância da qualificação das demandas no âmbito civil, estabelecendo decisões vinculativas e limitações temporais para os recursos.
Analisamos a recente sentença nº 16006 de 2024, que esclarece as modalidades de prova na oposição de terceiro contra a execução de bens móveis no âmbito da cobrança coercitiva. Um foco nas limitações probatórias e nos atos exigidos.
A recente decisão do Supremo Tribunal esclarece a ineficácia dos atos de gestão do contrato de locação realizados pelo executado durante um processo executivo, destacando as consequências para locadores e locatários.
A Portaria nº 18545 de 2024 esclarece os pressupostos para a execução específica da obrigação de celebrar um contrato preliminar, destacando a importância da substancial identidade do bem objeto da transferência.
A portaria nº 18635 de 2024 esclarece a jurisdição ordinária na oposição à execução forçada decorrente de sentenças do Tribunal de Contas, destacando a separação entre responsabilidade fiscal e direito subjetivo.
A recente sentença do Supremo Tribunal de Justiça esclarece os pressupostos para a configuração do crime de não execução dolosa de uma decisão judicial, destacando a importância da notificação e do conhecimento da própria decisão.