Analisamos a recente sentença nº 19123 de 2024, que esclarece os limites da execução forçada em caso de perda da disponibilidade das coisas móveis objeto de condenação. Uma decisão importante para credores e devedores.
Descobrimos o significado da recente sentença nº 19505 de 2024, que esclarece as modalidades de implementação do penhor de bens móveis produtivos e a distinção com o penhor não possessório. Uma decisão importante para o direito real de garantia.
A sentença do Supremo Tribunal de Cassação de 2023 oferece importantes esclarecimentos sobre a configuração do crime de peculato em relação à apropriação de bens imateriais, destacando os problemas relacionados ao uso inadequado de créditos fiscais por parte de servidores públicos.
Análise da sentença n. 25343 de 29 de março de 2023 sobre o crime de transferência ilícita de bens de interesse cultural, com foco nas condições de 'excepcional relevância' e as implicações legais.
A sentença de 2023 esclarece a competência do juiz italiano em relação às medidas de congelamento emitidas por autoridades estrangeiras, destacando as dinâmicas entre a legislação nacional e europeia.
Exploramos a recente sentença nº 48761 de 2023 do Supremo Tribunal de Justiça sobre os direitos de terceiros na confiscacão de bens ficticiamente registrados, esclarecendo os limites da legitimidade e o interesse em contestar a medida.
A sentença nº 49651 de 2023 oferece importantes esclarecimentos sobre a procedibilidade a queixa em caso de tentativa de extorsão entre parentes, destacando o papel da violência sobre as coisas e suas implicações legais.
A recente sentença n. 51692 de 2023 esclarece a inatacabilidade da decisão de remessa ao juiz civil para as controvérsias sobre a propriedade dos bens sequestrados, um tema de grande relevância no âmbito jurídico.
Exploramos a recente decisão do Supremo Tribunal de Cassação que esclarece os sujeitos legitimados a apresentar queixa pelo crime de subtração de bens penhorados, analisando as implicações legais e práticas dessa decisão.
A sentença nº 17038 de 2024 aborda a questão da ausência de uma atenuante específica para o furto nas dependências da residência, examinando a legitimidade constitucional do art. 624-bis do código penal em relação ao art. 3 da Constituição.