A sentença nº 1663 de 2024 esclarece as modalidades de remessa ao juiz civil em caso de litígios sobre a propriedade de bens apreendidos. Vamos descobrir juntos as implicações dessa decisão e seu impacto no direito processual penal.
Uma recente sentença esclarece as modalidades de contestação para terceiros no caso de confisco de bens ficticiamente registrados. Vamos descobrir as implicações legais e as responsabilidades nesta delicada matéria.
Analisamos a recente decisão do Supremo Tribunal que esclarece o conceito de alheidade da coisa no contexto do roubo, destacando a importância da relação de fato sobre a coisa subtraída.
Analisamos a sentença nº 29625 de 2024, que esclarece o ilícito penal relativo à montagem de partes de produtos com marca falsificada, destacando as diferenças com o crime de introdução de produtos falsificados.
A recente sentença do Tribunal de Nápoles sublinha a importância do princípio da proporcionalidade na avaliação das ordens de demolição, destacando a interação entre o interesse público e o direito de propriedade.
A decisão do Supremo Tribunal sobre o tema das emissões e da tolerância nos oferece importantes reflexões para compreender os direitos dos proprietários e os limites impostos pelo respeito à convivência civil. Vamos analisar os princípios jurídicos que fundamentam essa decisão.
A ordem nº 21479 de 2024 analisa os parâmetros para avaliar as emissões sonoras entre particulares, destacando a importância do juízo do juiz de mérito e a disciplina prevista pelo código civil.
A recente sentença do Tribunal de Apelação de Potenza esclarece as modalidades de criação das estradas vicinais agrárias e as implicações legais relacionadas à comunhão incidental, analisando em particular o respeito à função social e o contraste com o art. 42 da Constituição.
Exploramos a sentença nº 18878 de 2024, que esclarece os requisitos necessários para a validade do contrato preliminar de multipropriedade imobiliária, analisando a determinabilidade do objeto e os direitos dos co-proprietários.
Análise da recente Portaria nº 17758 de 2024 do Supremo Tribunal de Cassação sobre a violação das distâncias legais e a existência do dano, com atenção especial aos critérios de prova e indenização.