A sentença nº 3060 de 2024 do Supremo Tribunal de Justiça esclarece as responsabilidades do sócio gerido de uma s.a.s. em relação à transferência de bens penhorados, evidenciando as implicações legais e as consequências penais de tais atos.
A recente sentença nº 25918 de 2024 esclarece as condições para a conversão automática dos sequestros conservativos em penhoras, destacando a importância da certeza do crédito por parte da Administração.
Análise da recente Ordem n. 18367 de 04/07/2024, que esclarece a autonomia dos motivos na oposição à execução e as implicações nas despesas legais. Vamos descobrir juntos os princípios fundamentais desta decisão.
Exploramos a sentença n. 18368 de 2024 do Supremo Tribunal de Justiça, que esclarece o papel do penhor e os direitos do terceiro devedor pignoratício no contexto da responsabilidade patrimonial e do efeito solutório.
Exploramos a recente decisão do Supremo Tribunal que esclarece o ônus informativo dos terceiros em caso de penhora de valores destinados a entidades locais, destacando as responsabilidades e os vínculos relacionados à tesouraria.
Analisamos a recente decisão do Supremo Tribunal de Cassação que esclarece o conceito de direito de retenção contratual, suas limitações e as diferenças em relação ao penhor. Um aprofundamento útil tanto para os profissionais da área quanto para os particulares.
Uma análise aprofundada da ordem nº 16027 de 2024, que esclarece as responsabilidades relacionadas às despesas de registro no contexto da penhora em terceiros. Descubra como o Tribunal se pronuncia sobre as despesas legais e os sujeitos responsáveis pelo pagamento.
Descobrimos o significado da recente sentença nº 19505 de 2024, que esclarece as modalidades de implementação do penhor de bens móveis produtivos e a distinção com o penhor não possessório. Uma decisão importante para o direito real de garantia.
A portaria nº 16047 de 2024 esclarece a posição do sócio de S.r.l. que deu em penhor a sua quota, mantendo o direito de impugnar as deliberações assembleares. Vamos descobrir juntos os detalhes e as implicações legais.
A sentença nº 25368 de 2023 esclarece as implicações da violação dos deveres de custódia em caso de penhora de bens móveis registrados, destacando o prazo para a proposta de queixa e as responsabilidades do depositário.