A sentença nº 45781 de 2024 esclarece a obrigação de comunicação das variações patrimoniais mesmo durante a suspensão da medida de prevenção, com importantes implicações para os sujeitos envolvidos.
Análise da sentença n. 37117 de 2023 sobre a necessidade de aviso prévio por escrito para intervenções de construção em área sísmica, mesmo para obras de menor relevância. Vamos descobrir as implicações legais e práticas dessa decisão.
A recente decisão do Tribunal de Apelação de Caltanissetta esclarece os direitos das vítimas de crimes mafiosos em relação à indenização, confirmando a unicidade da prestação do Fundo de Rotação para a Solidariedade.
A Portaria nº 16822 de 2024 esclarece as responsabilidades do fiador em relação à deterioração das condições patrimoniais do devedor e às suas prerrogativas de sócio minoritário.
A portaria nº 20129 de 2024 estabelece a obrigação declaratória para os condutores e sublocatários de veículos, esclarecendo as responsabilidades em matéria de trânsito e sanções. Vamos descobrir o significado e as implicações dessa decisão.
Um aprofundamento sobre a sentença do Supremo Tribunal de Cassação que esclarece a distinção entre pedido de indenização e compensação em caso de inadimplemento contratual, com referência ao art. 1381 do código civil.
Analisamos a sentença nº 15695 de 2024, que esclarece os requisitos para a validade do mútuo de finalidade convencional, destacando as diferenças em relação ao mútuo tradicional e as implicações legais para as partes envolvidas.
A sentença nº 25379 de 2023 do Tribunal de Cassação esclarece a possibilidade de cumulação entre a obrigação de apresentação à polícia judiciária e o DASPO com obrigação de assinatura, destacando a autonomia dessas medidas no contexto das manifestações esportivas.
Análise da sentença n.º 24487 de 2023, que esclarece como o silêncio sobre eventos supervenientes pode integrar uma conduta de engano em matéria de fraude, com particular referência a obrigações pecuniárias.
A recente sentença n. 51452 de 2023 esclarece os deveres do guardião de bens em relação à responsabilidade por culpa, destacando como até mesmo quem não é proprietário pode ser considerado responsável por eventos danosos.