Descubra os detalhes da sentença nº 1864 de 2025, que esclarece os requisitos para a intervenção do Fundo de Garantia do INPS em caso de insolvência do empregador e o papel dos sócios de sociedades canceladas.
A sentença n. 3033 de 2024 do Tribunal de Benevento esclarece a inadmissibilidade do recurso contra a apreensão preventiva de bens em caso de falta de um interesse concreto por parte do indiciado.
A recente sentença do Tribunal de Apelação de L'Aquila esclarece a importância da manutenção dos livros contábeis mesmo em caso de liquidação e as consequências penais para os liquidantes inadimplentes.
A decisão da Corte de Cassação sobre o caso de corrupção em atos judiciais oferece importantes pontos de reflexão sobre a qualificação de funcionário público e sobre a responsabilidade das empresas envolvidas. Uma análise detalhada das implicações legais e das normas em jogo.
A sentença nº 53 do Tribunal de Apelação de Roma de 15 de fevereiro de 2023 oferece importantes insights sobre a responsabilidade do liquidante em caso de falência fraudulenta. A decisão destaca a distinção entre falência simples e fraudulenta, analisando os requisitos de dolo e as irregularidades contábeis.
A recente decisão do Tribunal de Apelação de Bari oferece importantes reflexões sobre a responsabilidade dos liquidantes em caso de omissão na manutenção dos livros contábeis. Vamos analisar os detalhes e as implicações legais dessa decisão.
Nesta análise, aprofundamos a sentença do Tribunal de Cassação referente à falência fraudulenta, destacando os motivos de recurso e as implicações legais, com especial atenção à distinção entre distração e dissipação do patrimônio empresarial.
Análise da sentença do Supremo Tribunal de Cassação sobre a falência simples e os critérios de exclusão da punibilidade. Uma reflexão sobre a motivação do juiz e os princípios de direito aplicáveis.
A recente sentença da Corte de Cassação esclarece os parâmetros de responsabilidade penal por falência fraudulenta, destacando a distinção entre dolo e operações dolosas.
A sentença nº 18792 de 2022 do Supremo Tribunal de Cassação esclarece a interpretação das normas relativas às declarações prestadas ao curador da falência por sujeitos alóglotas, destacando os limites da necessidade de um intérprete.