Analisamos a portaria nº 20036 de 22 de julho de 2024, que esclarece a jurisdição do juiz comum em caso de pedido de indenização por danos em decorrência de voto negativo da Receita Federal em um acordo preventivo.
A portaria nº 18635 de 2024 esclarece a jurisdição ordinária na oposição à execução forçada decorrente de sentenças do Tribunal de Contas, destacando a separação entre responsabilidade fiscal e direito subjetivo.
A recente decisão do Supremo Tribunal esclarece a jurisdição do juiz comum nas controvérsias entre particulares sobre emissões poluentes, destacando a importância das ações inibitórias e reparatórias sem reduzir as proteções aos direitos subjetivos.
A portaria nº 17054 de 2024 esclarece a jurisdição ordinária no pagamento das prestações de saúde, ressaltando a importância da proteção patrimonial sem interferências públicas.
A recente decisão do Tribunal Constitucional esclarece o regime de concessão dos contratos pelos concessionários de rodovias, excluindo a obrigação de licitação pública e estabelecendo a jurisdição do juiz ordinário. Vamos descobrir os detalhes desta importante decisão.
A sentença nº 16031 de 2024 esclarece a jurisdição do juiz ordinário em matéria de mandato para a cobrança de créditos decorrentes de sanções administrativas, destacando a distinção entre obrigações privatísticas e intimações fiscais.
Analisamos a portaria nº 15404 de 2024 que estabelece a jurisdição do juiz ordinário para as controvérsias sobre os subsídios concedidos às instituições de saúde privadas credenciadas, em decorrência da emergência da Covid-19.
A recente portaria n. 15383 de 2024 esclarece os limites da jurisdição ordinária em caso de revogação da adjudicação de um contrato público, enfatizando a necessidade de respeitar os princípios de correção e boa-fé.